Google Ads e Meta Ads para clínicas

Tráfego pago para clínicas médicas, do primeiro contato à consulta.

Gerenciamos os anúncios da clínica por especialidade e por modalidade, particular ou convênio. As peças passam pela revisão do diretor técnico, e o acompanhamento separa contato, agendamento e comparecimento.

  • Google Ads
  • Meta Ads
  • Atendimento em todo o Brasil
  • Google Partner Programa Google Partners
  • Meta Business Partner Programa de parceiros Meta
Cruz médica lima em 3D ao lado de um estetoscópio e de um calendário com um dia marcado, com as marcas do Google Ads e da Meta em órbita.

Tráfego pago para clínicas médicas em resumo

Atualizado em

O que é
Gestão de Google Ads e Meta Ads para clínicas médicas, com campanhas separadas por especialidade e modalidade de atendimento.
Publicidade médica
A Resolução CFM 2.336/2023 orienta as peças; o diretor técnico-médico aprova cada anúncio antes da veiculação.
Etapas
O acompanhamento distingue contato, agendamento e comparecimento, com dados informados pela recepção.
Particular e convênio
Cada modalidade recebe mensagem e página próprias, para que o paciente saiba antes do contato como será atendido.
Dados de saúde
São dados sensíveis pela LGPD; sintomas, exames e histórico ficam no prontuário, fora do formulário e do relatório de marketing.
Investimento
A verba de mídia vai para as plataformas; o valor da gestão remunera planejamento, operação e acompanhamento.

Como ajudamos na prática

O que entra na gestão para a sua clínica

Especialidades, agenda e responsáveis definidos antes de publicar, com a revisão médica dentro do fluxo.

  1. Google Ads

    Pesquisa por especialidade e região

    Campanhas separadas para as especialidades com agenda livre, termos de consulta e exame compatíveis com o que a clínica oferece e negativas para vagas, cursos e serviços públicos.

  2. Meta Ads

    Conteúdo educativo nas redes

    Impulsionamento de material que explica sinais de alerta e quando procurar avaliação, aprovado pelo médico responsável, sem segmentar pessoas por doença ou condição de saúde.

  3. Google + Meta

    Página e canal de agendamento

    Revisão do destino: especialidade, corpo clínico com CRM e RQE, diretor técnico, modalidades de atendimento e um formulário que não pede sintomas nem histórico.

  4. Google + Meta

    Acompanhamento até o comparecimento

    Relatório por especialidade e modalidade, com investimento, contatos e o retorno da recepção sobre agendamentos, confirmações, faltas e consultas realizadas.

Seu caso envolve mais de um ponto? O diagnóstico organiza as prioridades antes da proposta.

Conversar sobre o diagnóstico

Estratégia para o seu mercado

Anúncios dimensionados pela agenda da clínica

Em uma clínica, o anúncio só é útil se houver horário para receber quem respondeu a ele. Por isso, o tráfego pago para clínicas médicas que a Método Ads gerencia começa pela agenda: quais especialidades têm espaço, em que dias, para atendimento particular ou por convênio. A partir daí definimos campanhas, mensagens e o que a recepção precisa registrar.

Você conversa diretamente com o gestor responsável pela conta. Ele planeja, publica e ajusta; a clínica informa especialidades e horários, aprova as peças por meio do diretor técnico e devolve o que aconteceu com cada contato. Esse vínculo entre marketing para clínicas e rotina da recepção é o que permite avaliar a campanha por consulta realizada, e não por mensagem recebida.

Cada especialidade com sua própria campanha

Quem procura um endocrinologista e quem procura um ortopedista têm buscas, dúvidas e urgência distintas. Juntar especialidades em uma campanha faz a plataforma concentrar a verba onde o clique é mais barato, que nem sempre é onde a clínica tem horário. Separamos campanhas por especialidade e ajustamos a verba conforme a agenda que a clínica informa.

Se um médico entra de férias ou uma agenda lota, a campanha correspondente é reduzida ou pausada. Essa troca constante entre recepção e gestão é parte do serviço.

O mesmo raciocínio vale para o tráfego pago para médicos com consultório individual. A estrutura é menor, com uma especialidade e uma agenda, mas a lógica se mantém: anunciar apenas o que pode ser atendido, identificar o profissional com CRM e RQE quando houver e combinar quem responde às mensagens enquanto o médico está em consulta.

Qual canal combina com cada objetivo

Canal Quando avaliar O que acompanhar
Google Ads Para quem já pesquisa consulta ou exame na especialidade Termos de busca, contatos por especialidade e agendamentos informados
Meta Ads Para material educativo sobre sinais que pedem avaliação Alcance entre moradores da região, visitas à página e conversas iniciadas

Em anúncios de saúde no Google, a política de publicidade personalizada impede o uso de públicos escolhidos pelo anunciante, como listas de clientes e remarketing. Na prática, a Pesquisa trabalha com a intenção da busca e a região, sem tentar perseguir pacientes pelo histórico de navegação. Na Meta, também não segmentamos pessoas por condição de saúde.

Particular e convênio pedem conversas diferentes

O paciente particular quer saber valor, forma de pagamento e disponibilidade. O paciente de convênio quer saber se o plano dele é aceito naquela especialidade. Quando o anúncio não deixa a modalidade clara, as duas dúvidas chegam à recepção misturadas, e parte dos contatos não tem como virar agendamento.

Organizamos anúncios e páginas por modalidade e combinamos com a recepção as respostas padrão para cada uma. O artigo sobre como alinhar anúncio e atendimento na clínica particular ou de convênio aprofunda essa escolha.

Exemplo de estrutura por especialidade

Exemplo ilustrativo, montado apenas para mostrar a organização: não descreve uma clínica atendida nem resultado obtido. Pense em uma clínica com ginecologia e cardiologia, em que a ginecologia tem horários livres para particular e a cardiologia atende principalmente convênios.

  • Campanha de ginecologia particular: termos de consulta e exames de rotina, anúncio com a modalidade explícita e página com o corpo clínico, CRM e RQE.
  • Campanha de cardiologia por convênio: verba menor, anúncio que cita a modalidade e página com a lista de planos aceitos, mantida atualizada pela clínica.
  • Conteúdo educativo na Meta: materiais sobre quando procurar avaliação cardiológica, revisados pelo médico, sem depoimento sensacionalista nem promessa.
  • Registro da recepção: cada contato recebe especialidade, modalidade e situação, de forma que a verba entre as frentes acompanhe a agenda.

Do contato ao comparecimento

Uma conversão registrada pela plataforma é só o começo. Entre ela e a consulta realizada há etapas que acontecem dentro da clínica:

  1. Contato: mensagem, ligação ou formulário com especialidade e modalidade identificadas.
  2. Agendamento: a recepção encontrou horário compatível e marcou a consulta.
  3. Confirmação: o paciente confirmou na véspera ou remarcou.
  4. Comparecimento: a consulta aconteceu.

A recepção registra apenas a etapa, sem queixas ou informações clínicas. Quando muitos contatos param entre a primeira e a segunda etapa, revisamos o atendimento com o checklist para clínicas cujos anúncios geram contatos, mas não agendamentos. Antes de publicar qualquer peça nova, vale também passar pelo checklist de revisão de publicidade médica em Google e Meta.

O que precisamos para começar

  • Especialidades prioritárias, médicos responsáveis e horários disponíveis nas próximas semanas.
  • Modalidades de atendimento: particular, convênios aceitos por especialidade e eventual teleconsulta.
  • Nome do diretor técnico-médico e de quem aprova anúncios e conteúdos.
  • Página, perfis nas redes e materiais existentes, além do canal usado pela recepção.
  • Histórico de campanhas, se houver, e a forma atual de registrar agendamentos e faltas.

Com isso, o diagnóstico separa o que já pode ser usado do que precisa ser preparado. Página nova, criativos e integração com sistema de agenda só entram quando estão no escopo.

Quanto investir e como seguir

O orçamento tem duas partes: o que a clínica paga diretamente ao Google ou à Meta pelos anúncios e o que remunera o trabalho de gestão. Página, criativos e integrações aparecem como itens próprios, quando necessários. Para entender como esses valores são definidos, consulte quanto custa um gestor de tráfego.

Se a sua clínica quer começar ou revisar campanhas, conte quais especialidades têm agenda livre, quais modalidades atende e como a recepção registra os contatos hoje. Com essas respostas, indicamos por onde começar e o que fica para uma segunda fase.

Onde a agenda e os anúncios deixam de conversar

Verba onde a agenda já está cheia

Uma campanha única distribui o orçamento sem saber que a dermatologia não tem horário este mês e a cardiologia tem. O anúncio gera procura para quem não pode atender.

Mensagens que param na pergunta

Valor da consulta, convênio aceito, horário de sábado. Quando a recepção demora ou não tem roteiro, a conversa termina sem agendamento e o anúncio leva a culpa.

Convênio que a clínica não atende

Anúncio e página não deixam claro se o atendimento é particular ou por quais planos. A recepção passa o dia explicando que aquele convênio não é aceito.

Agendamento sem confirmação

A consulta foi marcada, mas ninguém confirma na véspera e a falta não é registrada. A campanha parece eficiente enquanto a sala fica vazia.

Peça que esbarra na publicidade médica

Falta CRM do diretor técnico, aparece promessa de resultado ou foto de paciente identificável. O risco ético é do médico, e corrigir depois custa mais.

Publicidade médica revisada pelo diretor técnico

A Resolução CFM 2.336/2023 define o que a peça deve conter e o que é vedado. A gestão organiza campanhas e páginas; a aprovação do conteúdo é do diretor técnico-médico. No Google Ads, saúde é categoria de interesse sensível na publicidade personalizada.

  • Peças da clínica com nome do estabelecimento, registro no CRM e diretor técnico-médico com CRM e, quando exigível, RQE.
  • Sem garantir, prometer ou insinuar bons resultados de tratamento.
  • Antes e depois só em formato educativo, com evoluções insatisfatórias e complicações, sem identificar o paciente nem editar imagens.
  • Sem listas de clientes ou públicos de remarketing em anúncios de saúde no Google Ads, e sem dados de pacientes em formulários ou CRM de marketing.

Fonte: Publicidade médica — Conselho Federal de Medicina (Resolução CFM 2.336/2023)

Da primeira conversa ao acompanhamento.Conheça as quatro etapas

Como trabalhamos

Como funciona a gestão para clínicas médicas?

No diagnóstico, cruzamos especialidades prioritárias com a agenda disponível; cada peça e página passa pela revisão do diretor técnico-médico antes de entrar no ar.

Explore as quatro etapas

01 / 04Diagnóstico

Entender antes de investir.

Analisamos oferta, região, objetivos e histórico, quando houver. Avaliamos demanda, orçamento e atendimento para definir prioridades, canais e escopo da proposta.

  • Entender a oferta e o mercado
  • Definir objetivo e prioridades
  • Revisar histórico e oportunidades
O que fica definido

Prioridades, canais e escopo da proposta.

02 / 04Mensuração

Medir o caminho até o contato.

Definimos os eventos de cada caminho de conversão e conferimos a estrutura aplicável: site, formulário, ligação ou WhatsApp. Integrações e devolutiva do atendimento são combinadas para distinguir cliques, conversas e clientes.

  • Definir os eventos importantes
  • Conferir tags e conversões
  • Conectar anúncios ao contato
O que fica definido

Eventos e critérios de acompanhamento.

03 / 04Campanhas

Conectar a oferta ao público.

Organizamos campanhas por objetivo, intenção de busca ou público. Alinhamos mensagens e destino do anúncio; criativos, páginas e integrações seguem as responsabilidades definidas na proposta.

  • Organizar pesquisa e audiência
  • Alinhar anúncio e página
  • Testar mensagens e criativos
O que fica definido

Campanhas alinhadas ao objetivo e à oferta.

04 / 04Otimização e relatório

Transformar leitura em decisão.

Revisão semanal de campanhas e relatório mensal com investimento, eventos e decisões. A análise de conversas úteis e vendas considera os registros do atendimento; cada teste tem uma hipótese e um critério de avaliação.

  • Revisar termos e orçamento
  • Aprender com o que foi medido
  • Compartilhar decisões e próximos passos
O que fica definido

Decisões, próximos testes e critérios de avaliação.

Clareza em cada etapa

A proposta define o escopo e as responsabilidades. Os dados das campanhas e o retorno do atendimento orientam o acompanhamento.

Antes de começar

Dúvidas sobre tráfego pago para clínicas médicas

Escopo, investimento e expectativas. Tudo começa com uma conversa clara.

Foto de Guilherme Fernandes Guilherme Fernandes Gestor de Tráfego Pago

Não encontrou sua dúvida? Envie a pergunta com o contexto do seu negócio.

Perguntar no WhatsApp Seg a Sex, 9h às 18h

Médico pode fazer anúncio no Google e no Instagram?

Sim. A Resolução CFM 2.336/2023 admite publicidade para formar, manter ou ampliar a clientela, desde que a peça traga a identificação exigida e respeite as vedações, como a promessa de resultado. O conteúdo é de responsabilidade do médico ou do diretor técnico da clínica.

Como funciona o tráfego pago para clínicas médicas?

Escolhemos as especialidades com horário disponível, criamos campanhas de pesquisa e, quando faz sentido, conteúdo educativo nas redes. A recepção informa quem agendou e compareceu, e esse retorno orienta a distribuição da verba entre especialidades.

Posso divulgar o valor da consulta nos anúncios?

A resolução do CFM permite anunciar valores de consulta, com limites como a proibição de vincular promoções a vendas casadas ou premiações. Se o preço aparece no anúncio, ele precisa coincidir com o que a recepção informa. A decisão de divulgar é da clínica.

Vale anunciar atendimento por convênio?

Pode valer quando a clínica tem agenda para os planos aceitos e quer ocupar horários específicos. O anúncio deve listar a modalidade com clareza, e a verificação de cobertura acontece no atendimento, nunca em um formulário público.

Por que os contatos dos anúncios não viram agendamento?

Os motivos mais frequentes estão entre o anúncio e a recepção: tempo de resposta, falta de informação sobre valor ou convênio, horário incompatível ou especialidade sem agenda. Revisamos essa passagem junto com a clínica antes de mexer na verba.

Quanto custa contratar um gestor de tráfego para clínica?

São dois valores: a verba paga ao Google ou à Meta e a remuneração da gestão. O tamanho da verba depende das especialidades, da região e da concorrência. A proposta também separa página, criativos e integrações, quando entram no projeto.

Posso usar fotos de antes e depois de pacientes?

A norma do CFM permite demonstrar resultados apenas com caráter educativo, em conjunto que inclua evoluções insatisfatórias e complicações, sem identificar o paciente e sem editar imagens. Nas campanhas, preferimos materiais que expliquem o atendimento em vez de exibir casos.

Que dados a clínica pode pedir no formulário do anúncio?

Nome, contato, especialidade procurada, modalidade de atendimento e melhor horário costumam bastar. Sintomas, diagnósticos e exames são dados sensíveis e devem ser tratados no atendimento clínico, não na ferramenta de marketing.

Telemedicina pode ser anunciada?

Pode ser avaliada depois de confirmar que a clínica cumpre a regulamentação própria da telemedicina e que a plataforma de anúncios aceita a comunicação. Tratamos a teleconsulta como frente separada, com página e mensagem próprias.

Já anuncio. Preciso trocar a conta?

Não. Começamos revisando a conta existente: especialidades, termos de busca, públicos, páginas e eventos de conversão. A conta continua em nome da clínica, e mantemos o histórico que ajuda a entender o que já foi testado.

Seu próximo passo

Solicite um diagnóstico de tráfego pago

Conte o que você oferece, onde atende e se já anuncia. Avaliamos o cenário, a estrutura e as prioridades para conversar sobre os canais e o escopo da proposta.

Atendimento em todo o Brasil

Para o diagnóstico, conte:

  • O que você oferece
  • Onde atende
  • Se já anuncia
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